- Augusto dos Anjos -
Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.
Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!
***
Antes o extremo cansaço da busca por ideais do que a insignificante crítica de palavras rasas. Prefiro atender uma vaidade, mesmo que medíocre, a permanecer intacto, indiferente e pobre de humanidade.
Fábio Ortolano
domingo, março 29, 2009
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
Três Mulheres
A primeira delas é a eterna moça do sorriso, a que me trouxe ao mundo, sendo parte de minha essência. Não só me quis como me aceitou e confiou um dos mais belos amores. Aponta-me com simplicidade, e sem saber, os valores da vida. Revela-me calada o poder das palavras. E acordada, a importância dos sonhos. Mostra-se forte por sua fraqueza. Lembra-me a menina da foto na parede.
A segunda é minha amiga, confidente, exemplo de garra e determinação. Ensinou-me a graça e beleza do amor. Fez-me ver a cumplicidade de um casal e o encanto de alguém que ama o que faz. Motiva-me a sorrir. A realidade, ao seu lado, de tão confortável me parece um romance literário.
A terceira é digna de ternura, modelo de sabedoria e carisma. União de inteligência e doçura. Revela-me hoje um espelho vivo, de um futuro glorioso. É tão próxima, que se faz distante. Exata, como um dia após o outro e a vontade de viver a cada amanhecer. Ensina-me a querer as sementes e não somente as flores das árvores adultas.
Minha mãe, minha tia e minha mestre.
A segunda é minha amiga, confidente, exemplo de garra e determinação. Ensinou-me a graça e beleza do amor. Fez-me ver a cumplicidade de um casal e o encanto de alguém que ama o que faz. Motiva-me a sorrir. A realidade, ao seu lado, de tão confortável me parece um romance literário.
A terceira é digna de ternura, modelo de sabedoria e carisma. União de inteligência e doçura. Revela-me hoje um espelho vivo, de um futuro glorioso. É tão próxima, que se faz distante. Exata, como um dia após o outro e a vontade de viver a cada amanhecer. Ensina-me a querer as sementes e não somente as flores das árvores adultas.
Minha mãe, minha tia e minha mestre.
segunda-feira, janeiro 26, 2009
O simples, o convencional, o básico
Num caminhar às 18, 19, 20 horas talvez eu encontre as respostas que procuro. Ando sem rumo e sem querer lugar algum, apenas ando.
O que me assusta é essa inércia que me orienta e as tantas ausências vividas nesses últimos dias: de sonhos e esperanças, desejos e paixões, vontades e coragem.
Pode ser que o bom mesmo seja acreditar na idéia lúdica de viver, pois assim, a vida ganha os traços do sorriso, como aqueles despertados nas crianças ao verem o trenzinho passar.
Só me resta o simples, o convencional, o básico.
segunda-feira, dezembro 15, 2008
Teu sorriso
Quem me dera poder guardar junto à fotografia o teu sorriso.
Pois seria tão bela e única a imagem registrada.
Um registro e obra de beleza
Perco-me ao procurar outros traços que me digam tanto quanto teu sorriso
Um dizer tímido unido a ternura e doçura da meninice
Uma riqueza travestida em delicadeza
Jamais esquecerei a noite em que pude perceber a forma e brilho do teu sorriso
Um jantar acompanhado de olhares, intenções e desejos
Um momento de gentileza
Alegro-me ao lembrar do acanhamento escondido no teu sorriso
Ao confessar-te a minha admiração e interesse por ti
Pude ver rapidamente tua singela nobreza
Fica assim na memória o teu sorriso
Daquela noite para todo o sempre
Beleza, delicadeza, gentileza e nobreza.
sábado, novembro 22, 2008
[Musica] 1º de Julho
Esse foi o dia...
Cássia Eller
Composição: Renato Russo
Eu vejo que aprendi
O quanto te ensinei
E é nos teus braços que ele vai saber
Não há por que voltar
Não penso em te seguir
Não quero mais a tua insensatez
O que fazes sem pensar aprendeste do olhar
E das palavras que guardei pra ti
Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Já que não me entendes, não me julgues
Não me tentes
O que sabes fazer agora
Veio tudo de nossas horas
Eu não minto, eu não sou assim
Ninguém sabia e ninguém viu
Que eu estava a teu lado então
Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa,meu amor
Alguma coisa aconteceu
Do ventre nasce um novo coração
Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Ninguém sabia, ninguém viu
Que eu estava ao teu lado então
Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa, meu amor
Baby, baby, baby, baby
O que fazes por sonhar
É o mundo que virá prá ti e prá mim
Vamos descobrir o mundo juntos baby
Quero aprender com o teu pequeno grande coração
Meu amor, meu Chicão...
E foi isso.
Fábio Ortolano
Cássia Eller
Composição: Renato Russo
Eu vejo que aprendi
O quanto te ensinei
E é nos teus braços que ele vai saber
Não há por que voltar
Não penso em te seguir
Não quero mais a tua insensatez
O que fazes sem pensar aprendeste do olhar
E das palavras que guardei pra ti
Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Já que não me entendes, não me julgues
Não me tentes
O que sabes fazer agora
Veio tudo de nossas horas
Eu não minto, eu não sou assim
Ninguém sabia e ninguém viu
Que eu estava a teu lado então
Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa,meu amor
Alguma coisa aconteceu
Do ventre nasce um novo coração
Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Ninguém sabia, ninguém viu
Que eu estava ao teu lado então
Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa, meu amor
Baby, baby, baby, baby
O que fazes por sonhar
É o mundo que virá prá ti e prá mim
Vamos descobrir o mundo juntos baby
Quero aprender com o teu pequeno grande coração
Meu amor, meu Chicão...
E foi isso.
Fábio Ortolano
sexta-feira, outubro 31, 2008
Manifesto de Fuga
Defenda sua palavra e liberte-se. A sua, a minha, a nossa liberdade são as únicas coisas que nos restam. Estamos presos e nem sabemos onde. Somos cárceres de um sistema que nos atropela, aliena e não nos faz pensar.
Por isso sonhe, crie, recrie, critique, erre, fale, mude e cante por um mundo melhor. Cante até aos surdos sua canção e seus ideais. Não se omita fechando os olhos e muito menos silenciando sua palavra, diante das tantas verdades que lhe fazem frente.
O futuro depende de um passado de esperanças e de ações não meramente pontuais. Façamos do pequeno idéias grandiosas.
Certamente temos uma parcela desse mundo e sistema que nos afrontam. Assim, entregue-se a eles, de peito aberto, gritando sua palavra, jamais calando-a. Pois ela muda, lhe manterá preso e alienado a sua própria existência.
Dessa forma, quando nos perguntarem se estamos certos, diremos: Não sabemos, apenas defendemos nossos ideais.
Faça história.
Fábio Ortolano
Por isso sonhe, crie, recrie, critique, erre, fale, mude e cante por um mundo melhor. Cante até aos surdos sua canção e seus ideais. Não se omita fechando os olhos e muito menos silenciando sua palavra, diante das tantas verdades que lhe fazem frente.
O futuro depende de um passado de esperanças e de ações não meramente pontuais. Façamos do pequeno idéias grandiosas.
Certamente temos uma parcela desse mundo e sistema que nos afrontam. Assim, entregue-se a eles, de peito aberto, gritando sua palavra, jamais calando-a. Pois ela muda, lhe manterá preso e alienado a sua própria existência.
Dessa forma, quando nos perguntarem se estamos certos, diremos: Não sabemos, apenas defendemos nossos ideais.
Faça história.
Fábio Ortolano
sexta-feira, outubro 17, 2008
Música aos surdos II
Pior do que cantar aos surdos é dar-se conta de que não há a banda.
Fábio Ortolano
Fábio Ortolano
sexta-feira, outubro 03, 2008
Sarau
“Nós vivemos a temer o futuro, mas é sempre o passado que nos atropela e mata” (Mario Quintana)
[Assim]
“Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento” (Clarice Lispector)
[Se]
“O futuro só existe na inquietude constante de um presente amiudado. O passado sobrevive numa cela de vidro de um presente que insiste em todo o dia sonhar acordado”. (Bruno Bezerra)
[Pois]
“Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã”. (Victor Hugo)
Fábio Ortolano
[Assim]
“Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento” (Clarice Lispector)
[Se]
“O futuro só existe na inquietude constante de um presente amiudado. O passado sobrevive numa cela de vidro de um presente que insiste em todo o dia sonhar acordado”. (Bruno Bezerra)
[Pois]
“Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã”. (Victor Hugo)
Fábio Ortolano
quarta-feira, setembro 10, 2008
Idéias
As idéias estão sempre guardadas como os brinquedos da infância. Surgem de um passado despertado às 14 horas de um dia qualquer.
A criança é sábia, acorda, pega seu brinquedo e sai cantando de volta pro seu mundo. Ela não pára, pois sabe que embora tudo mude, os sonhos... Os seus sonhos jamais serão obsoletos.
Fábio Ortolano
sábado, agosto 09, 2008
Diálogo
O tempo fecha, eu pego a chave e a porta abre. Fecho a porta e fico quieto. Abro a porta e me fecho. Lá permaneço, abre-se outra porta e passa alguém.
Não o conheço e mora em minha casa. Os trajes pretos revelam o luto, a dor, a revolta, a mágoa e a insegurança.
(...) São palavras escondidas em tecidos mortos.
Elas não me bastam, já dizem tanto, e contraditoriamente, tão pouco, que mal entendo seus significados.
Passo a porta, a outra: - Posso falar com você? "Claro, sente-se aí".
Palavras ditas e sentidas, quase escorridas por lágrimas de histórias semelhantes. Códigos soltos através de confidências a estranhos.
Tão estranhos, estranhando a delicadeza de um diálogo.
***
Agradeço o comentário, os créditos e citação da Lariane
"Então observem, leiam, reflitam e façam o que ''vier na mente''". (Lariane Guerino)
Não o conheço e mora em minha casa. Os trajes pretos revelam o luto, a dor, a revolta, a mágoa e a insegurança.
(...) São palavras escondidas em tecidos mortos.
Elas não me bastam, já dizem tanto, e contraditoriamente, tão pouco, que mal entendo seus significados.
Passo a porta, a outra: - Posso falar com você? "Claro, sente-se aí".
Palavras ditas e sentidas, quase escorridas por lágrimas de histórias semelhantes. Códigos soltos através de confidências a estranhos.
Tão estranhos, estranhando a delicadeza de um diálogo.
***
Agradeço o comentário, os créditos e citação da Lariane
"Então observem, leiam, reflitam e façam o que ''vier na mente''". (Lariane Guerino)
sábado, julho 26, 2008
Incognita
(...) E eu imaginei que pensar me faria entender. A vida é tão linda assim, uma incognita!
Fábio Ortolano
Fábio Ortolano
Tantas coisas

Gê* : (...) Tantas coisas?
Fábio: Sim, tantas coisas. Cada som, toque, imagem, gosto e vibração está carregado de inúmeras leituras. E nós as enxergamos quando nos damos conta de quão bela e incrível é a vida, a rotina, os pequenos momentos e até os dias intermináveis. Em meio a pertubações ainda é possível sorrir e estar feliz, estou numa fase meio que desse jeito. Sabe, eu queria que fosse possível recortar cada pedacinho de nossas vidas e misturar com as de nossos amigos, colegas, desconhecidos... Para que a gente ampliasse nossa percepção e sentidos.
*Uma menininha mulher que eu tenho o privilégio de conhecer e amar.
Fábio Ortolano
terça-feira, junho 03, 2008
Sustentabilidade
O futuro já é o minuto seguinte, um tempo que há de vir e ser agraciado por momentos de outrora. Eras remotas ou segundos passados despercebidos na correria do relógio. Os ponteiros nos conferem que tudo é passageiro, a não ser as marcas.
(...)
Os ventos passam, as gotas caem e os homens mudam, e ainda assim, serão as marcas registradas na história que farão do homem um ser sustentável. Passando ele do mundo individual para o universo global, responsável pelo presente de um futuro próximo.
Texto para o vídeo do Festival 2 minutos
Fábio Ortolano 29/o5/08
(...)
Os ventos passam, as gotas caem e os homens mudam, e ainda assim, serão as marcas registradas na história que farão do homem um ser sustentável. Passando ele do mundo individual para o universo global, responsável pelo presente de um futuro próximo.
Texto para o vídeo do Festival 2 minutos
Fábio Ortolano 29/o5/08
quarta-feira, maio 21, 2008
Fuga
Embora se pareça escuro, os lábios traçam a alegria da esperança, expressa num sorriso frágil.
(...)
Ele esconde no grito o medo do seu silêncio, foge do espelho na angústia de não se ver, pensa em tudo para se esquecer de si e da própria vida.
Ele parece velho perante os outros, e assim o reconhecem, esconde na aparência de fortaleza a fragilidade de um menino que não queria crescer tão rápido.
Ele sofre, mas não chora, pois as feridas de tempos passados o tornara frio para as próprias dores. Está preso e por mais que busque não consegue a liberdade.
Ele permanece em constante fuga: Escreve, sonha, milita, idealiza, cria e conversa, sem saber o porquê. Contudo tem motivos para não se olhar e se encontrar.
Ele parece velho perante os outros, e assim o reconhecem, esconde na aparência de fortaleza a fragilidade de um menino que não queria crescer tão rápido.
Ele sofre, mas não chora, pois as feridas de tempos passados o tornara frio para as próprias dores. Está preso e por mais que busque não consegue a liberdade.
Ele permanece em constante fuga: Escreve, sonha, milita, idealiza, cria e conversa, sem saber o porquê. Contudo tem motivos para não se olhar e se encontrar.
Fábio Ortolano
"Um dia desses eu separo um tempinho e ponho em dia todos os choros que não tenho tido tempo de chorar". (Carlos Drummond de Andrade)
sexta-feira, maio 02, 2008
Música aos surdos
A bruguesia... Seus membros se limitam apenas em seus círculos de sociabilidade, não se misturam, e tão pouco, interagem e compartilham com os que estão fora de seus guetos.
Estamos apenas interessados em divulgar e abrilhantar o que nos pertence. Ficamos restritos aos nossos insignificantes grupos, e para piorar, poucos deles se comunicam. Diante dessas realidades vergonhosas que nos afrontam, alguns, da mesma classe, tentam maquiar verdades que se tornam feias demais ao olharmos no espelho, e eu, parte do grupo, me rendo perante tamanhas imoralidades, do meu também medíocre ponto de vista.
Todos cantam cada vez mais alto, embora rodeados por surdos. E no ponto mais elevado que chegam, no máximo conseguem que se escute um trecho de suas canções.
Fábio Ortolano
____________________________________________
O Mundo é um Moinho
( Cartola, que além de músico e compositor, foi um pedreiro poeta )
Ainda é cedo amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora da partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar
Preste atenção querida
Embora saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és
Ouça-me bem amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos tão mesquinhos
Vai reduzir as ilusões à pó.
Preste atenção querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás a beira do abismo
Abismo que cavaste com teus pés
segunda-feira, abril 21, 2008
Essência
Eu jamais deixarei de ser esse eterno romântico melancólico, carinhoso e amoroso, desastrado e exagerado, triste e alegre, inseguro e impulsivo que não para de sonhar.
Posso até me adaptar e mudar algumas atitudes, porém a essência será sempre a mesma. Já que sorrir e chorar são constantes em nossas vidas, que sejam por motivos nobres, por nós mesmos e pelos nossos sonhos.
Pode ser que, por momentos, eu me perca nas desilusões da vida e assim, me esqueça de meus ideais, mas nunca, nunca estarei assim pra sempre.
Fábio Ortolano
Posso até me adaptar e mudar algumas atitudes, porém a essência será sempre a mesma. Já que sorrir e chorar são constantes em nossas vidas, que sejam por motivos nobres, por nós mesmos e pelos nossos sonhos.
Pode ser que, por momentos, eu me perca nas desilusões da vida e assim, me esqueça de meus ideais, mas nunca, nunca estarei assim pra sempre.
Fábio Ortolano
sexta-feira, abril 18, 2008
Uma frase...
A dor de outrora sempre fora um presente em fuga e a esperança um passado, ainda que recente.
Fábio Ortolano
Fábio Ortolano
quarta-feira, março 12, 2008
Amor e Amizade a partir da Diversidade
Bem-vindos a um universo repleto de crenças, credos e culturas. Somos negros e brancos, pobres e ricos, homens e mulheres, homossexuais e heterossexuais, virgens e devassos, crentes e ateus, deficientes e insanos, semelhantes e diferentes.
Um mundo em que todos sonham e acreditam em seus direitos, pois a realidade é parte de uma fantasia concretizada.
Amor e amizade a partir da diversidade! Compartilhe essa idéia!
Fábio Ortolano
Um mundo em que todos sonham e acreditam em seus direitos, pois a realidade é parte de uma fantasia concretizada.
Amor e amizade a partir da diversidade! Compartilhe essa idéia!
Fábio Ortolano
quinta-feira, março 06, 2008
Fraquezas
Talvez eu nunca esteja forte o bastante para esconder minhas fraquezas. Pode ser que eu nunca me torne maduro o suficiente para controlar meus sentimentos, pois sempre haverá a constante dolorosa do erro presente em nossas ações na busca pelo acerto.
Nesses dias em que tudo dá errado sinto uma inútil vontade de permanecer em sono profundo. Eu luto por certezas que nem eu mesmo acredito serem válidas, as tantas verdades que por hora me julgo o dono, em certos momentos me deixam a sensação de que nada sei.
Fábio Ortolano
terça-feira, fevereiro 26, 2008
Claridade
( Ana Carolina)
Eu não vou te convencer do que é certo aqui pra mim.
Eu não vou mudar você, deixa o vento lhe mostrar, ele sabe sobre mim.
Eu não quero mais correr, vou cuidar do meu jardim.
Trago flores pra você, deixo o tempo lhe mostrar, nossa historia é mesmo assim.
Chora, pois a chuva de agora vai molhar as suas rosas
E a tristeza vai ter fim.
É hora, acabou a tempestade pra chegar a claridade do amor.
Chora, pois a chuva de agora vai molhar as suas rosas.
E a tristeza vai ter fim...
Eu não vou te convencer do que é certo aqui pra mim.
Eu não vou mudar você, deixa o vento lhe mostrar, ele sabe sobre mim.
Eu não quero mais correr, vou cuidar do meu jardim.
Trago flores pra você, deixo o tempo lhe mostrar, nossa historia é mesmo assim.
Chora, pois a chuva de agora vai molhar as suas rosas
E a tristeza vai ter fim.
É hora, acabou a tempestade pra chegar a claridade do amor.
Chora, pois a chuva de agora vai molhar as suas rosas.
E a tristeza vai ter fim...
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